domingo, 20 de março de 2016

O primeiro atendimento

Na noite de 13/02/2016 minha mãe começou a sentir muita dor de cabeça. A dor era tão intensa que ela não conseguia pisar no chão.

Meu pai então chamou o SAMU. Por volta das 22:30 meu pai me ligou dizendo que o SAMU ainda não tinha chegado. Ouvindo o choro da minha mãe ao fundo, pedi ao meu esposo que ligasse para meu pai novamente e pedisse que o vizinho a socorresse (eu moro há quarenta minutos de distância da casa dos meus pais e esse tempo era crucial para ajudá-la).

Então minha mãe foi socorrida para o Hospital Santa Marcelina. Chegando lá, minha mãe chorando de dor, foi colocada numa cadeira de rodas pelos vizinhos e meu pai falando com o atendente, quando o mesmo disse que minha mãe deveria ser atendida pelo AMA e não pelo hospital.

Num gesto de desespero, meu pai gritou, dizendo que se tratava de uma pessoa e não de um animal. Mas mesmo assim seguiram para o AMA.

Chegando ao AMA minha mãe foi atendida. Foram feitos exames de eletro e de sangue. Diante do quadro, minha mãe foi transferida para o Hospital Santa Marcelina.


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